segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O que vai ser...



‎"Eu fico completamente baratinado quando começam a me perguntar o que vai ser, o que vai acontecer com uma tal coisa. Sei lá, eu não sei onde é que eu vou estar amanhã. Eu sei o que eu to fazendo hoje, agora, o resto não interessa. (…) Talvez o mal é que a gente pede amor o tempo todo. Não se preocupa nunca em dar amor, sem esperar reciprocidade. (…) Quando eu escrevo alguma coisa que sai de dentro, lá do fundo, dilacerada, e eu dedico a alguém, eu dou tudo aquilo que eu vivi, que eu senti, pra essa pessoa. Muitas vezes eu não tive nada em troca. Então eu me senti profundamente frustrado, porque eu esperava receber alguma coisa. (…) Eu perdi, eu tenho consciência absoluta de que eu perdi a oportunidade de amor mais viva e mais profunda que me foi oferecida até hoje. E agora eu não posso fazer mais nada"

3 comentários:

Leti disse...

Que lindo isso!
Também dei tantos presentes em forma de palavras que, quando muito, foram notados, quanto mais valorizados ou retribuídos...
Pouca gente tem sensibilidade pra ver que, quando escrevemos, estamos colocando um pedaço nosso ali, e entregando-o a alguém!

Alê disse...

Disse tudo,


Adorei!

d. disse...

a gente sempre espera alguma coisa. mesmo que seja um "obrigado"...